Professor é condenado a 66 anos de reclusão pela morte do menino Kauan

Em sentença, proferida na quinta-feira (28), o Juiz Marcelo Ivo de Oliveira, da 7ª Vara Criminal de Campo Grande, decidiu condenar o professor Deivid Almeida Lopes a 66 anos de reclusão pela morte do menino Kauan Andrade Soares dos Santos.

A denúncia foi proposta pelo Promotor de Justiça da 69ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, Henrique Franco Cândia, no dia 04 de agosto de 2017, e aditada no dia 22 de setembro do mesmo ano.

O professor Deivid Almeida Lopes foi condenado à pena total de 64 anos, 11 meses e 6 dias de reclusão, 1 ano e 3 meses de detenção, 15 dias de prisão simples e ao pagamento de 32 dias-multa em regime fechado pelos crimes de estupro de vulnerável com resultado morte, por vilipêndio de cadáver e ocultação de cadáver, além de outros dois estupros de vulnerável, exploração sexual de adolescentes, armazenamento de material de cunho pornográfico envolvendo adolescente e importunação ofensiva.

O desaparecimento do menino ocorreu há cerca de um ano e as investigações apontavam para o professor. Na fase judicial, o depoimento de duas vítimas de exploração sexual apontaram que o professor era o autor do crime. O corpo do menino nunca foi encontrado.

Os depoimentos das vítimas foram levados em consideração pelo magistrado para embasar a condenação do réu. O Juiz também utilizou, como prova, em relação à morte do menino, uma série de laudos periciais. Entre eles, o laudo que demonstrou que o sangue encontrado num tapete na casa do acusado era de perfil genético masculino e, em confronto com o sangue de J. (mãe do menino desaparecido) e também do irmão da vítima, foi apontado que o material encontrado no tapete era de um filho de J. e, também, de alguém com o mesmo pai de seu irmão. Em sentença, proferida na quinta-feira (28), o Juiz Marcelo Ivo de Oliveira, da 7ª Vara Criminal de Campo Grande, decidiu condenar o professor Deivid Almeida Lopes a 66 anos de reclusão pela morte do menino Kauan Andrade Soares dos Santos.

A denúncia foi proposta pelo Promotor de Justiça da 69ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, Henrique Franco Cândia, no dia 04 de agosto de 2017, e aditada no dia 22 de setembro do mesmo ano.

O professor Deivid Almeida Lopes foi condenado à pena total de 64 anos, 11 meses e 6 dias de reclusão, 1 ano e 3 meses de detenção, 15 dias de prisão simples e ao pagamento de 32 dias-multa em regime fechado pelos crimes de estupro de vulnerável com resultado morte, por vilipêndio de cadáver e ocultação de cadáver, além de outros dois estupros de vulnerável, exploração sexual de adolescentes, armazenamento de material de cunho pornográfico envolvendo adolescente e importunação ofensiva.

O desaparecimento do menino ocorreu há cerca de um ano e as investigações apontavam para o professor. Na fase judicial, o depoimento de duas vítimas de exploração sexual apontaram que o professor era o autor do crime. O corpo do menino nunca foi encontrado.

Os depoimentos das vítimas foram levados em consideração pelo magistrado para embasar a condenação do réu. O Juiz também utilizou, como prova, em relação à morte do menino, uma série de laudos periciais. Entre eles, o laudo que demonstrou que o sangue encontrado num tapete na casa do acusado era de perfil genético masculino e, em confronto com o sangue de J. (mãe do menino desaparecido) e também do irmão da vítima, foi apontado que o material encontrado no tapete era de um filho de J. e, também, de alguém com o mesmo pai de seu irmão.

Outro laudo pericial constatou a presença de sangue no piso e na cama do quarto do acusado, seguindo para a porta da sala e para a pia da cozinha. O sangue possuía perfil genético do sexo masculino.

No veículo pertencente ao acusado também foi encontrado sangue no porta-malas e outro laudo apontou vestígios de sangue no travesseiro do réu, bem como em um colchão. A amostra também foi identificada como de perfil genético do sexo masculino.

Somando-se a isso, o Juiz ainda utilizou, como prova para embasar a prática do crime, os laudos de vestígios de sangue no facão, o qual teria sido utilizado para o esquartejamento do corpo, encontrado na residência do acusado, com material genético masculino, assim como em todos os locais em que os adolescentes mencionaram que a vítima esteve (residência e veículo do acusado), foram encontradas marcas de sangue.

CondenaçõesO professor Deivid Almeida Lopes foi condenado as seguintes penas:


  • pena de 18 anos e 8 meses por dois estupros de vulnerável;

  • pena de 22 anos e 3 meses pelo estupro de vulnerável com resultado morte, vilepêndio de cadáver e ocultação de cadáver (todos em relação ao menino desaparecido);

  • pena de 24 anos, 3 meses e 6 dias por 5 crimes de exploração sexual de adolescentes.


Outro laudo pericial constatou a presença de sangue no piso e na cama do quarto do acusado, seguindo para a porta da sala e para a pia da cozinha. O sangue possuía perfil genético do sexo masculino.

No veículo pertencente ao acusado também foi encontrado sangue no porta-malas e outro laudo apontou vestígios de sangue no travesseiro do réu, bem como em um colchão. A amostra também foi identificada como de perfil genético do sexo masculino.

Somando-se a isso, o Juiz ainda utilizou, como prova para embasar a prática do crime, os laudos de vestígios de sangue no facão, o qual teria sido utilizado para o esquartejamento do corpo, encontrado na residência do acusado, com material genético masculino, assim como em todos os locais em que os adolescentes mencionaram que a vítima esteve (residência e veículo do acusado), foram encontradas marcas de sangue.

CondenaçõesO professor Deivid Almeida Lopes foi condenado as seguintes penas:


  • pena de 18 anos e 8 meses por dois estupros de vulnerável;

  • pena de 22 anos e 3 meses pelo estupro de vulnerável com resultado morte, vilepêndio de cadáver e ocultação de cadáver (todos em relação ao menino desaparecido);

  • pena de 24 anos, 3 meses e 6 dias por 5 crimes de exploração sexual de adolescentes.